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	<title>SOCIAL | Thais Riedel Zuba</title>
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	<description>Advogada em Direito Previdenciário</description>
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	<title>SOCIAL | Thais Riedel Zuba</title>
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		<title>O INSS pode cancelar um benefício concedido pela Justiça?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:04:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que decidiu o STJ e quais são os limites dessa revisão. A resposta é: sim, pode! O STJ definiu que o INSS pode revisar administrativamente benefícios por incapacidade, mesmo quando eles foram concedidos por decisão judicial com trânsito em julgado.Mas isso não significa que o benefício pode ser cancelado de qualquer forma. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br>Entenda o que decidiu o STJ e quais são os limites dessa revisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A resposta é: sim, pode!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O STJ definiu que o INSS pode revisar administrativamente benefícios por incapacidade, mesmo quando eles foram concedidos por decisão judicial com trânsito em julgado.<br>Mas isso não significa que o benefício pode ser cancelado de qualquer forma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão vale para benefícios por incapacidade, como:</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Auxílio por incapacidade temporária;<br>&#8211; Aposentadoria por incapacidade permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Esses benefícios dependem da permanência da incapacidade. Se a condição de saúde mudar, a legislação prevê a possibilidade de reavaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Para que o cancelamento seja válido, o INSS deve respeitar o devido processo legal.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Isso inclui:<br>✔️ convocação para perícia médica;<br>✔️ notificação do segurado;<br>✔️ oportunidade para apresentar defesa antes da cessação do benefício.<br>Sem essas garantias, o procedimento pode ser questionado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão do STJ não retira automaticamente direitos de quem recebe o benefício.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ela apenas confirma que o INSS pode realizar revisões administrativas, desde que siga todas as exigências legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Cada caso deve ser analisado individualmente, especialmente quando houver discussão sobre a permanência da incapacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>STJ afasta regra de cálculo que podia reduzir algumas aposentadorias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão envolve quem já tinha tempo suficiente para se aposentar antes de julho de 1994, mas fez poucas contribuições depois. Por que algumas aposentadorias podiam ficar menores? Em alguns casos, o INSS considerava poucas contribuições no cálculo, mas dividia esse valor por um número maior de meses. Isso podia reduzir a média e, consequentemente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A decisão envolve quem já tinha tempo suficiente para se aposentar antes de julho de 1994, mas fez poucas contribuições depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Por que algumas aposentadorias podiam ficar menores?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o INSS considerava poucas contribuições no cálculo, mas dividia esse valor por um número maior de meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso podia reduzir a média e, consequentemente, a aposentadoria. Essa regra ficou conhecida como divisor mínimo!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>E foi exatamente essa situação que chegou ao STJ!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No caso analisado, a pessoa já tinha mais de 15 anos de contribuição antes de julho de 1994 e 65 anos quando pediu a aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela já preenchia os requisitos, o STJ entendeu que o divisor mínimo não deveria ser aplicado naquele caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Isso vale para toda aposentadoria depois da Reforma? Não!!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão analisou um caso específico e não gera revisão automática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas merece atenção de quem se aposentou após 2019 e teve essa regra aplicada no cálculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2022, também existe uma nova regra com divisor mínimo de 108 contribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Como saber se isso pode afetar a sua aposentadoria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso conferir:</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ o tempo de contribuição antes de julho de 1994;<br>→ quais contribuições entraram no cálculo;<br>→ qual regra o INSS aplicou;<br>→ e se ela reduziu o valor do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Só analisando o cálculo é possível saber se existe algo a ser revisto!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Representatividade vai além dos números</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:57:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A presença das mulheres na advocacia brasileira é uma conquista importante. Hoje, elas já representam a maioria dos profissionais inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), resultado de uma trajetória marcada por dedicação, competência e pela ampliação de oportunidades na profissão. No entanto, essa representatividade numérica ainda não se traduz, necessariamente, em uma participação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A presença das mulheres na advocacia brasileira é uma conquista importante. Hoje, elas já representam a maioria dos profissionais inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), resultado de uma trajetória marcada por dedicação, competência e pela ampliação de oportunidades na profissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, essa representatividade numérica ainda não se traduz, necessariamente, em uma participação proporcional nos espaços de liderança e decisão. Para avançar nessa discussão, é preciso olhar não apenas para quantas mulheres fazem parte da advocacia, mas também para as oportunidades que encontram ao longo de suas trajetórias profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os desafios da advocacia feminina vão além do acesso à profissão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como presidente da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica do Distrito Federal (ABMCJ-DF), tenho a oportunidade de conviver com advogadas de diferentes gerações, experiências e momentos da carreira. Nessas trocas, percebo que algumas questões continuam presentes, mesmo entre profissionais com trajetórias bastante distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conciliar a carreira com outras responsabilidades, conquistar posições de liderança e ter suas competências reconhecidas são desafios que ainda fazem parte da realidade de muitas mulheres no meio jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas dificuldades mostram que ampliar o acesso à profissão é apenas uma parte do caminho. Também precisamos criar condições para que as mulheres possam desenvolver suas carreiras, participar das decisões e ocupar os espaços para os quais estão preparadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Fortalecer a advocacia feminina é ampliar oportunidades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Promover a participação das mulheres na advocacia exige iniciativas que vão além da celebração de conquistas. É necessário incentivar a presença feminina em cargos de liderança, ampliar os espaços de diálogo e fortalecer redes de apoio que favoreçam a troca de experiências e a construção de oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação coletiva tem um papel importante nesse processo. Quando mulheres compartilham suas vivências, identificam desafios comuns e se articulam em torno de objetivos, criam possibilidades para que suas demandas sejam ouvidas e consideradas pelas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que as associações profissionais se tornam importantes instrumentos de transformação. Elas aproximam profissionais, promovem debates e contribuem para que questões individuais sejam reconhecidas como parte de uma realidade que merece atenção coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da ABMCJ-DF na representatividade feminina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Foi com esse propósito que escolhi atuar na ABMCJ-DF: contribuir para o fortalecimento das mulheres nas carreiras jurídicas e para a ampliação de sua participação nos espaços institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que incentivar a presença feminina nesses ambientes significa reconhecer a capacidade das profissionais, valorizar suas contribuições e trabalhar para que tenham condições reais de participar das decisões que impactam suas carreiras e a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa construção depende de iniciativas contínuas, da colaboração entre diferentes gerações e do compromisso de instituições e profissionais com uma advocacia mais representativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que o futuro da advocacia seja marcado pela liderança feminina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda temos avanços a conquistar para que a presença das mulheres na advocacia se reflita também nos espaços de poder e decisão. Por isso, acredito que precisamos continuar fortalecendo conexões, criando oportunidades e incentivando cada vez mais mulheres a ocuparem posições de liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que, daqui a alguns anos, nossas conversas sejam menos sobre os espaços que as mulheres ainda precisam conquistar e mais sobre as contribuições, as realizações e as lideranças que já fazem parte da advocacia brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, ampliar a representatividade feminina não é apenas uma questão de números. É também uma forma de construir uma profissão mais plural, participativa e aberta a diferentes perspectivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O que uma associação pode fazer por você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:47:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar no impacto que uma associação profissional pode ter na sua carreira e na sociedade? Mais do que reunir pessoas de uma mesma área, essas organizações têm um papel importante na defesa de interesses coletivos, na promoção do diálogo e na construção de mudanças institucionais. Ao longo dos anos, minha convivência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você já parou para pensar no impacto que uma associação profissional pode ter na sua carreira e na sociedade? Mais do que reunir pessoas de uma mesma área, essas organizações têm um papel importante na defesa de interesses coletivos, na promoção do diálogo e na construção de mudanças institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, minha convivência com o associativismo me permitiu compreender, na prática, a força desse trabalho. Hoje, como presidente da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica do Distrito Federal (ABMCJ-DF), vejo como a atuação coletiva pode ampliar vozes, fortalecer pautas e abrir caminhos que, muitas vezes, seriam mais difíceis de percorrer individualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando experiências individuais se tornam pautas coletivas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, desafios enfrentados por uma profissional parecem questões isoladas. No entanto, quando compartilhamos experiências, percebemos que determinadas dificuldades fazem parte de uma realidade vivida por outras pessoas. É nesse momento que o diálogo ganha força e experiências individuais podem se transformar em propostas, debates e ações institucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente aí que o associativismo demonstra sua relevância: na capacidade de conectar pessoas em torno de objetivos comuns e transformar demandas compartilhadas em iniciativas concretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A atuação da ABMCJ-DF no fortalecimento das mulheres nas carreiras jurídicas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na ABMCJ-DF, nosso trabalho é voltado ao fortalecimento da presença feminina nas carreiras jurídicas, à ampliação dos espaços de diálogo e à defesa da igualdade e da participação das mulheres nas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa atuação acontece de diferentes formas, como reuniões, desenvolvimento de projetos, debates com órgãos públicos, aproximação entre profissionais e construção de iniciativas que contribuam para ampliar a representatividade feminina no meio jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São ações que demonstram como a união de experiências, conhecimentos e objetivos pode gerar resultados mais consistentes. Quando profissionais se articulam, suas demandas ganham visibilidade e encontram mais oportunidades de alcançar os espaços em que decisões importantes são tomadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que participar de uma associação profissional?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Participar de uma associação é uma forma de contribuir para o desenvolvimento da própria profissão e para a transformação das realidades que a cercam. É também uma oportunidade de construir conexões, compartilhar conhecimentos, trocar experiências e participar ativamente de discussões relevantes para a categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O associativismo não se limita à defesa de interesses comuns. Ele também fortalece o senso de pertencimento e cria condições para que diferentes perspectivas sejam ouvidas e consideradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mim, esse é o verdadeiro valor de uma associação: transformar experiências individuais em uma voz coletiva, capaz de ocupar espaços, influenciar debates e contribuir para mudanças efetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, quando nos unimos em torno de propósitos comuns, ampliamos não apenas nossa capacidade de atuação, mas também as possibilidades de construir um futuro mais representativo, participativo e igualitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O INSS negou 4,3 milhões de pedidos em 2026 e uma negativa não significa que você não tem direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:42:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[NEGATIVAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender por que o benefício foi negado pode mudar o seu próximo passo! Mais de 4 milhões de pedidos foram negados em apenas seis meses Entre janeiro e junho de 2026, o INSS registrou 4.319.336 pedidos negados. O número representa um aumento de quase 70% em comparação com o mesmo período de 2025. Só em [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender por que o benefício foi negado pode mudar o seu próximo passo!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Mais de 4 milhões de pedidos foram negados em apenas seis meses</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e junho de 2026, o INSS registrou 4.319.336 pedidos negados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa um aumento de quase 70% em comparação com o mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Só em junho, foram mais de 938 mil negativas.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 938.180 pedidos negados em um único mês, o maior número registrado em 2026 até aquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de tantos casos, uma pergunta se torna ainda mais importante: o que fazer diante de uma negativa do INSS?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Benefício negado não significa, necessariamente, que você não tenha direito!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem casos em que informações importantes não foram consideradas, documentos precisam ser revistos ou períodos de contribuição não aparecem corretamente no histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, antes de aceitar a negativa, é importante entender o motivo da decisão e revisar todo o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Antes de simplesmente fazer um novo pedido ou desistir:</h2>



<p class="wp-block-paragraph">→ Entenda por que o INSS negou o benefício;<br>→ Confira os documentos apresentados;<br>→ Revise o CNIS e todo o histórico de contribuições;<br>→ Verifique se alguma informação ficou de fora;<br>→ Avalie qual é a melhor estratégia para o seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da situação, o melhor caminho pode ser pedir a revisão da decisão, apresentar novas informações ou seguir por outra estratégia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>A resposta “benefício negado” não precisa ser o fim da análise!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma negativa pode precisar ser revista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais importante é entender o que aconteceu, conferir se todos os seus direitos foram considerados e definir a melhor estratégia antes de dar o próximo passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em matéria previdenciária, uma análise cuidadosa pode fazer toda a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Feminicídio: agora, o responsável pelo crime também pode ter que ressarcir o INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Troika Riedel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:36:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma decisão recente trouxe um ponto importante para a Previdência! O que aconteceu? Dois homens condenados definitivamente por feminicídio foram condenados pela Justiça Federal a devolver ao INSS os valores das pensões por morte pagas às filhas das vítimas.E não estamos falando apenas do que já foi pago, a decisão também prevê o ressarcimento das [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma decisão recente trouxe um ponto importante para a Previdência!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>O que aconteceu?<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dois homens condenados definitivamente por feminicídio foram condenados pela Justiça Federal a devolver ao INSS os valores das pensões por morte pagas às filhas das vítimas.<br>E não estamos falando apenas do que já foi pago, a decisão também prevê o ressarcimento das parcelas futuras enquanto houver direito ao benefício.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Mas as filhas perdem a pensão? Não!</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Esse é um ponto importante:<br>A pensão por morte continua sendo paga às dependentes, desde que estejam presentes os requisitos para o benefício.<br>A cobrança é feita contra quem cometeu o crime.<br>Ou seja: o direito das crianças é preservado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Por que o INSS pode fazer essa cobrança?<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação permite que o INSS busque de quem causou o dano o ressarcimento das despesas previdenciárias decorrentes de atos ilícitos.<br>No caso de violência doméstica e familiar contra a mulher, essa possibilidade está prevista na Lei nº 8.213/1991.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a discussão é:<br>quem deve arcar com o custo gerado pelo próprio crime?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>E existe ainda outro ponto importante!<br></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2023, existe também uma pensão especial para filhos e dependentes menores de 18 anos, órfãos em razão de feminicídio, quando atendidos os requisitos previstos em lei.<br>O benefício tem valor de 1 salário mínimo e possui regras próprias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A Previdência também pode ser um instrumento de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, a decisão reforça uma ideia importante:<br>a vítima e seus dependentes não devem ser os únicos a suportar as consequências financeiras de um feminicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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